sábado, 14 de novembro de 2009

Comemorando os...



Obrigada pela visita!

A sobremesa gelada que conquistou os cariocas



Há, aproximadamente, dois meses, comecei a parceber que o sorvete de iogurte ou frozen yogurt se espalhou pelo Rio de Janeiro. As lojas estão abertas da zona Norte à zona Sul e fazem a festa de quem já está sentindo os efeitos do verão que chegou mais cedo.

A diferença para o já manjado (e adorado) sorvete é o apelo saudável. O f
rozen yogurt é vendido como menos calórico (tem a consistência do sorvete, mas apenas metade das calorias e 0% de gordura), natural (sem conservantes) e com muito mais nutrientes, pois é combinado com pedaços de frutas da estação.



Tudo isso fez com que o
frozen yogurt atingisse um público cada vez maior e que se preocupa com a saúde, sobretudo, com a boa forma. Felizes estão os donos de franquias especializadas na sobremesa gelada, que já são inúmeras no Brasil.

Nas "yogurterias", que invariavelmente tem, no nome, a raiz Yog, a fórmula é sempre a mesma e segue a lógica da prima sorveteria: o cliente escolhe o sabor, que varia de acordo com cada franquia (natural, chá verde, jaboticaba, morango), a porção (P, M ou G) e quantos toppings o
frozen yogurt terá (acompanhamentos como frutas, cereais e coberturas).

O primeiro estabelecimento do gênero, no Rio de Janeiro, surgiu em 2007. De lá para cá, o crescimento se deu rapidamente. Até o fim do ano, serão 33 lojas na cidade, de quatro cadeias. A mais famosa no Rio, talvez seja a Yogoberry, fundada pelas irmãs coreanas Un Ae Hong e Jong Ae Hong. Com atuais oito pontos de venda, deve ter o número de lojas dobrado até o início de 2010. Estima-se que um ponto em Ipanema venda 700 porções da iguaria ao dia, o equivalente a um faturamento de 140. 000 reais por mês.

Sem dúvida, um negócio lucrativo, cujas franquias devem se espalhar pelo Brasil, sobretudo, neste verão escaldante que está por vir.

Curiosidades



O que é Frozen Yogurt?
Trata-se de um termo utilizado na língua inglesa, que significa iogurte congelado, assim como ice cream significa creme gelado ou nosso tradicional sorvete.

Como se originou o Frozen Yogurt?
Segundo alguns autores, o Frozen Yogurt teve origem no Canadá, mas industrialmente, surgiu nos Estados Unidos, na cidade de Boston, em 1972. Em poucos anos, já era vendido nas principais cidades dos Estados Unidos. Atualmente, estima-se que 20% de todos os sorvetes consumidos nos Estados Unidos são Frozen Yogurt.



O tempo passa rápido... Faltam 29 dias...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Comunicação Corporativa e Reputação



Os que trabalham na área ou que se interessam por comunicação irão gostar da dica de leitura: Comunicação Corporativa e Reputação: construção e defesa da imagem favorável. O livro reúne técnicas, estratégias e cases especializados de empresas, entidades e governos, sendo resultado da experiência de seis anos do curso de Comunicação Corporativa: Corporate Affairs, do Programa de Educação Continuada da FGV (GVPEC).

A publicação aborda temas como branding, comunicação com investidores, colaboradores e governos, prevenção e gerenciamento de crises, media training e atuação em projetos sociais, entre outros. A organização é do professor Belmiro Ribeiro da Silva Neto, coordenador do curso no GVPEC.

domingo, 8 de novembro de 2009

Comunicação Corporativa - Público em Rede



Intitulada por alguns autores como comunicação organizacional ou empresarial, a comunicação corporativa compreende o fenômeno inerente aos agrupamentos de pessoas que integram uma organização ou a ela se ligam.Ela abarca as diferentes modalidades comunicacionais que permeiam a atividade, sendo a junção da comunicação institucional, mercadológica, interna e administrativa de uma empresa.

Constitui uma função da administração que utiliza os princípios da comunicação social para ajudar e manter a reputação das organizações e obter e manter uma imagem favorável no processo de interação com seus públicos. A comunicação corporativa segue ocupando-se da análise do ambiente em que a empresa se insere, identificando e conhecendo as especificidades dos diversos públicos com os quais se relaciona, desenvolvendo estratégias de comunicação adequadas para atingi-los para que possa deles auferir resultados alinhados aos objetivos organizacionais.



As principais funções da comunicação corporativa são o gerenciamento da reputação; a propaganda corporativa; as relações com a mídia; a comunicação interna; a comunicação com os investidores; responsabilidade social; comunicação com o governo; comunicação de risco e comunicação de situações de crise.

A comunicação interna surgiu da necessidade das empresas em conversar com seus funcionários. Desde o início tem um caráter “delicado”, tanto que era responsabilidade de cargos de confiança, como secretárias de presidentes e executivos jurídicos das companhias. As empresas foram lentamente abrindo e intensificando sua comunicação.

Não se pode perder de vista que hoje o funcionário é também um cliente e formador de opinião da mais alta credibilidade. A comunicação interna hoje tem um desafio maior: engajamento. A palavra vai além de um momento pontual de alinhamento de mensagens e expectativas.



Engajar é um processo contínuo de informação que permite ao empregado construir a sua própria percepção sobre a empresa, com base em fatos e então manter-se autocomprometido com as estratégias do negócio e ciente do que deve fazer para alcançar tais objetivos. Não ter engajamento significa perda de dinheiro, pois tem como consequência a baixa produtividade. As empresas sabem disso.

Na comunicação interna, a intranet – rede de computadores e de pessoas que funcionam dentro dos limites bem definidos de uma organização – é usada como ferramenta e canal de distribuição de informações no âmbito interno das empresas, aliado a outros recursos desenvolvidos para a internet, como o FTP e o correio eletrônico.



A intranet barateia as operações de comunicação, coloca as diferentes partes da empresa em contato e permite que a estrutura interna seja posta a serviço dos clientes. A grande vantagem é que esta tecnologia não se restringe a grandes empresas. Toda organização, de qualquer tamanho e finalidade, pode adquirir esta tecnologia, na busca de maior eficiência e qualidade.

O jornal interno da empresa, que antes circulava em tamanho tablóide e papel jornal, e que acabava perdido em um canto, com a intranet passou a estar disponível no terminal do computador (com certa periodicidade). Com um simples clique no ícone do jornal o funcionário pode lê-lo, salvá-lo e até imprimi-lo se quiser levar para sua família.



A caixa de sugestões foi transferida para o fale conosco dos portais corporativos. Com a mesma metodologia da função tradicional, o funcionário pode reclamar, sugerir e parabenizar a organização. A diferença é que as sugestões podem ser acessadas de qualquer parte física da empresa - e não de um lugar específico. Do mesmo modo o anonimato do funcionário é mantido, quando desejado.

Cabe ressaltar que se a comunicação interna se restringir a tarefas meramente operacionais como redigir comunicados ela jamais chegará ao patamar estratégico que de fato contribui para os resultados da companhia.



A comunicação deve engajar colaboradores na busca de objetivos comuns; conscientizar os funcionários sobre o papel de cada um dentro da empresa e o que se espera deles, facilitando o desenvolvimento profissional, gerando mais satisfação e produtividade, diminuindo o distanciamento entre a corporação e o público-alvo. Utilizar as mídias sociais, seja na internet ou na intranet da empresa (restrita aos funcionários), é uma boa alternativa para atingir estes objetivos.

*Este texto é parte de um artigo que redigi para avaliação em minha especialização em Comunicação Integrada.

sábado, 7 de novembro de 2009

Inveja é uma coisa horrível ...



“Um intelectual ficar assistindo a um operário que só tem o quarto ano primário ganhar tudo que ele imaginava que pudesse ganhar e não ganhou por incompetência é muito difícil mesmo…” - Presidente Lula em resposta ao artigo de FHC que disse que há "subperonismo" no governo petista.

(Fonte: O Globo)


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Escrever É




Escrever é uma arte. A arte de cortar palavras, disse Drummond. Vou além: é a arte de cortar palavras, de acrescentar vozes e distribuir sentimentos. Como não seria?

O texto ganha vida própria a cada letra grafada, obtém personalidade a cada encadeamento de ideias, acrescenta vozes a partir do que se expressa e distribui sentimentos no momento em que se diz.

Escrever, como uma arte também é um dom. Ensina-se a cantar, mas a voz é única. Ensina-se a pintar, mas a criatividade é particular. Ensina-se a dançar, mas poucos fecham o salão.

Escrever, assim como a arte é uma paixão. Quando não se gosta parece forçado, vazio, sem conteúdo. É dizer e não falar.

Escrever é ferramenta. É ferramenta da poesia. Da música. De trabalho.

Escrever é se mostrar. Escrever é compartilhar. Escrever é falar e dizer muito mais.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Manipulação da imagem



Assisti a esse vídeo num evento de comunicação organizado pela empresa onde trabalho. Achei muito legal e compartilho com vocês.

Desdobramento da famosa Campanha Pela Real Beleza, a Dove mostra neste comercial como acontece a manipulação da imagem de uma modelo para que se transforme na foto que será exposta no outdoor. O filme foi feito em 2006, no Canadá.

A transformação é incrível e reflete o conceito da assinatura "No wonder our perception of beauty is distorded" (não surpreende que a nossa percepção de beleza seja distorcida).

A propaganda é considerada um dos cases de maior sucesso criado pela Ogilvy.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Culinária Japonesa



Para quem não se contenta apenas em saborear o trio peixe, algas e arroz e se interessa pela rica história japonesa, aí vai uma ótima dica de leitura: “Moderna Cozinha Japonesa: Comida, Poder e Identidade Nacional”, de Katarzyna Cwiertka, com texto do crítico de gastronomia Arnaldo Lorençato.

Não se trata de um livro de receitas. Na verdade, passa bem longe disso. A obra é resultado de mais de uma década de pesquisas, constituindo uma viagem pela história do povo nipônico, sob a perspectiva da gastronomia daquele país.

Nele, são narradas as influências gastronômicas externas recebidas pelo Japão a partir do século XIX, mostrando que a cozinha da terra do sol nascente, considerada tradicional e de características atemporais, é, na verdade, uma criação moderna.

Entre outras curiosidades, é explicado como os pratos japoneses, nas últimas duas décadas, em especial o sushi, ultrapassaram as fronteiras do Japão e passaram a ser apreciados em todo o ocidente, tornando-se referência culinária em todo o mundo. O livro conta ainda com um capítulo inédito e especial sobre a culinária japonesa no Brasil, que conquistou inúmeros apreciadores devido à sua riqueza de sabores e cores.

Sem dúvida, um prato cheio para leitura.

Serviço:

“Moderna Cozinha Japonesa: Comida, Poder e Identidade Nacional”
Editora: Senac São Paulo
Autor: Katarzyna Cwiertka
Ano: 2008
Número de páginas: 384